Vamos também dar mais liberdade a quem trabalha, com jornada flexível que caiba na vida de mães, jovens e de quem tem mais dificuldade de entrar no mercado. Por isso defendemos o negociado sobre o legislado, ou seja, permitir que trabalhador e empresa combinem diretamente as condições de trabalho que funcionam para os dois, dentro da lei, em vez de seguir uma regra única imposta a todos.
p. 44
O resumo do resumo
As principais propostas dos 9 capítulos do plano, em uma linha cada. Toque no número da página para abrir o plano original.
- Facções criminosas tratadas como organizações terroristasp. 13
- 5 novos presídios de segurança máximap. 14
- Meio milhão de novas vagas no sistema prisional em 4 anosp. 14
- Mais de 1 milhão de novas câmeras (Muralha Brasileira, com reconhecimento facial)p. 15
- Recursos hoje pagos às famílias de detentos vão para as famílias das vítimasp. 15
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“PCC, CV, milícias e todas as outras facções serão declaradas como organizações narcoterroristas.”p. 13
“O Brasil terá 5 novos presídios de segurança máxima no modelo adotado por El Salvador.”p. 14
“Em parceria com os governos estaduais, vamos criar meio milhão de novas vagas no sistema prisional em 4 anos e zerar o déficit carcerário.”p. 14
“vamos vigiar portos, aeroportos e áreas públicas com mais de 1 milhão de novas câmeras espalhadas por todo o país.”p. 15
“Os recursos hoje direcionados às famílias de detentos serão redirecionados às famílias das vítimas”p. 15
- Voucher-creche na rede privada quando faltar vaga na públicap. 21
- Apoio para a mulher obter a escritura da casa própria no seu nomep. 20
- Assistente virtual ClarIA para pedir medida protetiva pelo celularp. 19
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“Onde não houver vaga na rede pública, a família receberá um voucher-creche para acesso à rede privada credenciada até a vaga pública surgir”p. 21
“vamos assessorar a mulher a obter a escritura da casa própria no seu nome”p. 20
“Pelo chat da ClarIA será possível registrar ocorrência, pedir medida protetiva e receber orientação e acolhimento.”p. 19
- 100% dos serviços federais digitalizadosp. 25
- Prontuário eletrônico único, vinculado ao CPFp. 26
- O governo deixa de pedir documentos que já temp. 25
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“Vamos digitalizar 100% dos serviços públicos do Governo Federal passíveis de digitalização”p. 25
“Vamos implantar o prontuário eletrônico único, vinculado ao CPF e integrado ao Gov.br”p. 26
“Se o governo já tem a informação, não vai pedir de novo.”p. 25
- Reduzir o imposto sobre o consumo (IVA), projetado em cerca de 30%; a média da OCDE é 19%p. 30
- Menos imposto na energia elétrica e nos combustíveisp. 31
- Dinheiro de programa social proibido em apostas (bets)p. 33
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“Vamos corrigir suas distorções, reduzir o IVA, hoje projetado num dos patamares mais altos do mundo”p. 30
“Vamos reduzir impostos sobre energia elétrica e combustíveis”p. 31
“Vamos proibir o uso dos recursos dos programas sociais para apostas”p. 33
- Programa Acolher: aluno com bom desempenho é pago para dar reforço aos colegasp. 35
- Financiamento estudantil pago só depois que o estudante estiver empregadop. 37
- Entrega de remédio em casap. 38
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“um aluno com bom desempenho é remunerado para dar reforço aos colegas que precisam”p. 35
“o estudante só começa a pagar quando estiver empregado e ganhando”p. 37
“um sistema de entrega de remédio em domicílio vai garantir que o idoso, a pessoa com deficiência e o doente crônico não precisem escolher entre buscar o tratamento e pagar o transporte”p. 38
- 2,5 milhões de moradias, com a retomada do Casa Verde e Amarelap. 47
- Programas sociais mantidos, com combate às fraudesp. 42
- Contrato com menor custo para o primeiro emprego (18 a 24 anos) e contrato mais atrativo para quem tem 50 anos ou maisp. 43–44
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“Vamos retomar o Casa Verde e Amarela, com meta de 2,5 milhões de residências”p. 47
“vamos manter os programas sociais existentes, com aperfeiçoamento da gestão, correção de distorções e combate às fraudes”p. 42
“contrato de trabalho para os 18 a 24 anos em busca do primeiro emprego, com menor custo na folha”p. 43–44
- R$ 900 bilhões em 4 anos em rodovias, hidrovias, portos, aeroportos e ferroviasp. 51
- Meta de crescer 4% ao anop. 49
- Trem do Nordeste: 1.400 km de trilhos ligando 7 capitaisp. 60
- Zerar o desmatamento ilegal até 2029p. 58
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“Vamos investir R$ 900 bilhões em quatro anos em rodovias, hidrovias, portos, aeroportos e ferrovias.”p. 51
“alcançar um crescimento sustentado de 4% ao ano ao longo da próxima década”p. 49
“Vamos viabilizar o Trem do Nordeste, 1.400 km de trilhos interligando Salvador, Aracaju, Maceió, Recife, João Pessoa, Natal e Fortaleza”p. 60
“Teremos a meta de zerar o desmatamento ilegal até 2029”p. 58
- Fim da reeleição para presidentep. 66
- Limite para decisões individuais (monocráticas) de ministros do STFp. 65
- Parentes de juízes impedidos de atuar no tribunal do magistradop. 66
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“propomos o fim da reeleição para o cargo de Presidente da República”p. 66
“Limitação das decisões monocráticas do STF, privilegiando as decisões colegiadas”p. 65
“Impedimento de parentes de até terceiro grau, e respectivo escritório, para atuar no tribunal do respectivo magistrado.”p. 66
Escala 6x1 e jornada de trabalho
Proteção da Amazônia
Vamos ampliar as alternativas de renda a partir da floresta preservada, apoiando cadeias produtivas sustentáveis, manejo responsável, bioeconomia e agregação de valor aos produtos da biodiversidade. Preservar a Amazônia exige combater o crime, mas exige também dar à sua população um caminho real de desenvolvimento e de vida melhor.
Para que isso funcione, o Estado precisa ser ágil e integrado. Vamos eliminar superposições entre Ibama, Funai e ICMBio, dando eficiência à fiscalização, e exigir transparência de financiadores e de projetos das ONGs que recebem recursos internacionais e judicializam ações contra a União, porque onde há dinheiro estrangeiro movendo decisões sobre o território brasileiro há riscos ao interesse nacional, sobre os quais o cidadão brasileiro deve estar informado.
p. 59
Regulamentação de redes sociais
Numa democracia, todo cidadão tem o direito de concordar ou discordar, de criticar e de questionar, e nenhum governo pode punir quem pensa diferente dele. Sob o atual governo, porém, cresceu um aparato apelidado de “Ministério da Verdade”: estruturas criadas para tratar como desinformação aquilo que incomoda o poder, o que abre a porta para a censura de opositores, jornalistas e cidadãos comuns.
Vamos fazer um Tesouraço da Censura: acabar com qualquer estrutura estatal que funcione como um “Ministério da Verdade”, encarregada de vigiar, rotular ou punir o que as pessoas dizem. E vamos revogar todos os atos que o atual governo produziu para silenciar seus críticos, para que a censura já praticada não deixe herança. Crime se combate na Justiça, com regras claras e direito de defesa. O que o governo não pode fazer é transformar a crítica em delito. Nós defendemos o direito de sermos criticados, com foco na liberdade de expressão prevista na Constituição Federal.
p. 66–67
Segurança alimentar
Cada real economizado no frete é um real a menos no preço do arroz, do feijão e da carne. É assim que a produção do campo vira comida acessível na mesa da cidade.
Comida barata também é segurança alimentar: um país que produz o próprio alimento não fica refém do preço lá de fora. Hoje, porém, o Brasil importa a maior parte dos fertilizantes que usa para produzir, e quando o preço dispara no exterior, é a comida que encarece aqui dentro. Vamos apoiar a produção nacional de fertilizantes, com os minerais que o Brasil possui, como o potássio e o fosfato, para que a mesa do brasileiro não dependa do que acontece do outro lado do mundo. Garantir que o Brasil produza o que come é garantir comida na mesa a preço justo.
p. 32
Trabalhadores terceirizados e por aplicativo
Nosso projeto garante a manutenção das oportunidades de renda e de trabalho trazidas pelo trabalho por aplicativos. Nada pode estar à frente dos interesses de quem trabalha, dos usuários e da efetiva proteção social e previdenciária a eles assegurada. Esses trabalhadores serão protegidos, sem os interesses de dirigentes sindicais a frente do processo.
p. 45
Proteção e cuidado com as mulheres
Os agressores das mais de meio milhão de mulheres com medida protetiva no Brasil serão monitorados pelas autoridades com o uso de tornozeleiras eletrônicas.
p. 14
Vamos modernizar e integrar os canais de denúncia, reunindo o Ligue 180, as delegacias online, o botão de emergência e as centrais de monitoramento em uma plataforma inteligente de resposta rápida. Pelo chat da ClarIA será possível registrar ocorrência, pedir medida protetiva e receber orientação e acolhimento. Vamos implantar um sistema nacional de avaliação de risco, para que cada denúncia receba atendimento proporcional ao nível da ameaça, priorizando os casos mais graves.
p. 18–19
Vamos ampliar a oferta de creches para as crianças desde a primeira infância, em período integral, com alimentação digna e foco no desenvolvimento infantil. Onde não houver vaga na rede pública, a família receberá um voucher-creche para acesso à rede privada credenciada até a vaga pública surgir, para que nenhuma mulher deixe de trabalhar, estudar ou empreender por falta de creche.
p. 21
Aposentadoria e qualidade de vida na terceira idade
Menos imposto no preço, conta de luz mais simples, comida mais estável e juros menores somam uma coisa só: o mesmo salário comprando mais. Para o aposentado, que vive de renda fixa e é o primeiro a sentir a alta de preços, isso é a diferença entre chegar ao fim do mês com o remédio comprado ou ter de escolher entre o remédio e o mercado.
p. 33
Vamos ampliar a Estratégia Saúde da Família, levando o cuidado para perto de casa, e criar o Programa de Atendimento aos Idosos, com atendimento facilitado e adequado a quem envelhece, para que o idoso não enfrente o mesmo percurso cansativo de sempre para se cuidar.
p. 37
Construção de data centers
Brasil Mais Barato, torna o país competitivo para atrair data centers e inteligência artificial, que se instalam onde a energia é barata e confiável. Vamos regular as diversas fontes buscando o menor preço ao consumidor final, implantar um programa de armazenamento de energia, com baterias de grande porte e outras tecnologias, e transformar o país em polo global de data centers sustentáveis, aproveitando a matriz elétrica renovável.
p. 53
Em vez de somente exportar a pedra bruta e comprar de volta o produto acabado, vamos agregar valor no Brasil, conectando nossa riqueza mineral, nossa energia e a demanda dos data centers e das novas tecnologias numa estratégia única. O Estado atuará como regulador e coordenador, não como empresário, apoiado em seis pilares: marco regulatório claro e estável, licenciamento ágil e técnico, atração de capital e tecnologia, verticalização com incentivos de mercado, governança e transparência. Vamos trabalhar para atrair o capital estrangeiro e a tecnologia que já existem no mundo, aplicando aqui o que outros países já dominam e transferindo esse conhecimento ao Brasil.
p. 55
Segurança pública
O novo Governo do Brasil vai colocar a vítima em primeiro lugar. Os recursos hoje direcionados às famílias de detentos serão redirecionados às famílias das vítimas, conforme recomendado pela ONU e por tratados internacionais dos quais o Brasil é signatário, embora Lula e o PT nunca os tenham cumprido.
p. 15
Quem furta ou revende um aparelho fruto de crime vai ter a pena inicial quadruplicada, também sem benefícios. E o que está em jogo não é só um aparelho: são as fotos da família, o acesso ao banco, os documentos, a intimidade e, muitas vezes, a ferramenta de trabalho de quem depende dele para viver. Muitos brasileiros perdem a vida em roubos de celular. Vamos acabar com essa indústria do crime e do assassinato.
p. 16
Vamos implantar o Muralha Brasileira - um sistema nacional de reconhecimento facial integrado a bancos de dados criminais, inspirado no Smart Sampa, da Prefeitura de São Paulo, e no Muralha Paulista, do Governo do Estado. Além de localizar foragidos e prevenir crimes, vamos vigiar portos, aeroportos e áreas públicas com mais de 1 milhão de novas câmeras espalhadas por todo o país. Bandido não vai ter mais onde se esconder.
p. 15
Impostos
Nós já mostramos que o caminho é outro. Mesmo enfrentando a maior pandemia em cem anos, reduzimos em 4 pontos percentuais a relação entre a dívida e o PIB. No governo Bolsonaro, a redução de tributos chegou ao dia a dia das famílias: caiu a conta de energia elétrica, caiu a conta de telefone, caiu o preço da gasolina e ficou mais barato comprar bens de consumo, de um fogão a uma geladeira. Também foi ali que nasceu o PIX, que tirou do brasileiro mais pobre o peso das tarifas bancárias.
p. 29
Boa parte do que o brasileiro paga no supermercado não é comida: é imposto. E quem sente primeiro é quem tem menos, porque gasta quase tudo o que ganha justamente naquilo que é mais tributado. A comparação com outros países é dramática: com a atual reforma tributária, o Brasil caminha para ter um dos maiores impostos sobre valor agregado (IVA) do mundo, projetado em torno de 30%, contra uma média de 19% nos países da OCDE, e menos ainda em vários vizinhos.
Vamos promover a revisão e o redimensionamento da reforma tributária em curso e da majoração de impostos efetuada pelo atual governo, com o objetivo de reduzir efetivamente a carga sobre a produção e o consumo. Vamos corrigir suas distorções, reduzir o IVA, hoje projetado num dos patamares mais altos do mundo, e assegurar a não cumulatividade, para que não se cobre imposto sobre imposto. Assim a reforma fica mais equilibrada, preservando a simplificação e a aderência às melhores práticas internacionais. O esforço de simplificação continuará: menos impostos, legislação unificada, desoneração das exportações e dos investimentos e redução das exceções, para que grupos parecidos paguem impostos parecidos. O círculo virtuoso é claro: menos impostos, mais formalidade, mais crescimento.
p. 30
Vamos simplificar a conta de luz, racionalizando encargos e subsídios cruzados, e promover a redução gradual da CDE e das fontes incentivadas, mantida a tarifa social para quem mais precisa dela. Vamos reduzir impostos sobre energia elétrica e combustíveis, buscar segurança energética ao menor preço possível para o consumidor e regular as diversas fontes com um único norte: o menor preço final para quem paga a conta.
p. 31